Confira estudos científicos que comprovam a eficácia das tecnologias Microaudiometria® e TSC REVE-134®

Autores: Vincent Wu, Bonnie Cooke, Susan Eitutis, Matthew T.W. Simpson, Jason A. Beyea
Publicação: Canadian Family Physician, Vol. 64, julho de 2018
Resumo:
Revisão clínica sobre o manejo do zumbido por médicos de família. O artigo destaca que a maioria dos casos é subjetiva e não tem cura, sendo essencial o foco em medidas conservadoras e de enfrentamento. Intervenções eficazes incluem mudanças de estilo de vida (sono, estresse, cafeína e álcool), terapia cognitivo-comportamental (TCC) e uso de aparelhos auditivos para mascaramento. Casos unilaterais ou pulsáteis devem ser encaminhados a otorrinolaringologistas. O estudo enfatiza o papel do médico de família no suporte psicológico e fisiológico do paciente.
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Autores: Arnaud J. Norena, Jos J. Eggermont
Publicação: The Journal of Neuroscience, 2005
Resumo:
Estudo experimental em gatos expostos a trauma acústico mostrou que a exposição imediata a um ambiente acústico enriquecido (sons contínuos em múltiplas frequências) reduziu significativamente a perda auditiva e impediu a reorganização do mapa tonotópico cortical, fenômeno associado à gênese do zumbido. O grupo exposto ao som apresentou limiares normais nas altas frequências e ausência de plasticidade anômala no córtex auditivo. O estudo fornece evidências de que a estimulação acústica pós-trauma pode modular a neuroplasticidade e prevenir tinnitus.
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Autores: Arnaud J. Norena, Sylviane Chery-Croze
Publicação: NeuroReport, Vol. 18, 2007
Resumo:
Estudo clínico com oito pacientes com hiperacusia demonstrou que a exposição prolongada a um ambiente acústico enriquecido e personalizado, baseado na audiometria individual, reduz a hipersensibilidade auditiva. Após 15 semanas, sons antes desconfortáveis tornaram-se toleráveis. O mecanismo proposto envolve a normalização do “ganho central”, uma compensação neural que amplifica a percepção sonora após perda auditiva. Resultados apontam para a eficácia da estimulação sonora personalizada no tratamento de hiperacusia e, potencialmente, do tinnitus.
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Autores: Angela M. López Toro, Francisco J. González Eslait, Pedro Blanco Sarmiento, Carmen Ocampo
Publicação: Revista Areté, Vol. 22(1), 2022
Resumo:
Estudo de coorte com pacientes com tinnitus subjetivo crônico tratados com estimulação acústica passiva personalizada (6 meses, 2 sessões/dia de 40 min). Avaliação com VAS e THI mostrou melhora significativa em dois dos três domínios da VAS e em todos os domínios do THI (p<0,05), com redução progressiva do incômodo em 3 e 6 meses. A terapia acústica melhorou a qualidade de vida e reduziu a percepção do zumbido, sugerindo efeitos positivos sobre plasticidade cerebral e mecanismos de atenção e memória auditiva.
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Autores: Angela M. Ronderos et al.
Publicação:International Journal of Otorhinolaryngology and Head and Neck Surgery, Vol. 9(9), setembro de 2023
Resumo:
Estudo retrospectivo com 18 pacientes tratados com terapia de som condicionada (REVE-134, 2 sessões diárias de 40 min) associada à TCC. Após 2 a 7 meses, houve reduções significativas na intensidade do zumbido (-7,6 dB SPL), nos escores VAS (-4,5), THI (-33,1) e TRQ (-36,4) (p<0,01). O protocolo, baseado em microaudiometria de 134 bandas, melhorou sintomas e qualidade de vida. Os autores recomendam o método como alternativa terapêutica multidisciplinar em países em desenvolvimento.
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Autores: José Eduardo Guzmán Durán, Leonardo E. Ordóñez Ordóñez, et al.
Publicação:Acta de Otorrinolaringología & Cirugía de Cabeza y Cuello, Vol. 49(3), 2021
Resumo:
Série de casos com 11 pacientes portadores de tinnitus moderado a catastrófico, tratados com o estimulador REVE-134™ por 6 meses. Microaudiometria (67 frequências) foi usada para definir a área coclear afetada. Houve melhora estatisticamente significativa no THI (de 61,4 para 19), VAS (de 6,9 para 3,5) e TRQ (de 43,2 para 14,3) após 6 meses (p<0,05). O estudo confirma a eficácia da estimulação sonora com especificidade frequencial para reduzir a percepção e o impacto do tinnitus.
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Autores: Eunyee Kwak, Sookjin Song, Sangyeop Kwak
Publicação:American Academy of Otolaryngology–Head and Neck Surgery Annual Meeting, 2007
Resumo:
O estudo introduz a audiometria automatizada de 134 bandas (AMA-PTA), comparada à audiometria convencional de 6 bandas. Os resultados mostraram que o método de alta resolução revela “entalhes auditivos” (notches) não detectáveis pelos exames convencionais, inclusive em pessoas com audição normal. Esses microperfis de limiares auditivos são essenciais para identificar regiões cocleares afetadas e associadas a tinnitus. O AMA-PTA fornece medições mais precisas e estáveis, eliminando efeitos de atenção seletiva auditiva.
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Autores: Eunyee Kwak, Sangyeop Kwak.
Publicação:Laryngoscope Investigative Otolaryngology, 2020
Resumo:
Ensaio clínico randomizado com 39 pacientes com perda auditiva sensorioneural. O grupo tratado com Threshold Sound Conditioning (TSC), estímulo sonoro muito próximo ao limiar auditivo por 2–3 semanas, apresentou maior proporção de melhora ≥10 dB em pelo menos uma frequência quando comparado ao grupo controle (78% vs 44%, p<0,01). Não foram observados efeitos adversos relevantes. O estudo confirma que TSC pode induzir plasticidade auditiva terapêutica.
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